Autor: versal

  • Projeto de Geotecnia mitiga riscos erosivos em Brusque SC.

    Projeto de Geotecnia mitiga riscos erosivos em Brusque SC.

    Projeto executivo desenvolvido numa encosta no Município de Brusque mitiga riscos erosivos trazendo segurança a um Hotel de grande porte, assim como no seu entorno.

    Uma encosta com mais de 60 metros de altura e 80 metros de largura apresentava processo erosivo avançando (Figura 1), causando incômodo e insegurança ao comércio instalado a jusante. Na análise do histórico houve uma descompressão da base do talude oriundo de uma escavação sem planejamento técnico o que potencializou a sua instabilidade. A encosta formada por um neossolo composto predominantemente por xistos e grafite com fragmentação acentuada já registrava dois escorregamentos que chegaram a colidir com empreendimento comercial (Figura 2). A face leste da encosta estava recoberta pela espécie exótica arbórea Pinus elliottii, o que também nesse caso acelerava os processos erosivos. A drenagem por sua vez era coletada por um sistema de calhas superiores que não tinham ligação com a base do talude e a rede de drenagem urbana. Este era mais um fator que aumentava o risco de colapso generalizado.

    Antes do projeto. Processo erosivo avançado.
    Figura 1 – Antes do projeto. Processo erosivo avançado.

     

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    Figura 2 – Material atingindo o comércio à jusante.

     

    PROJETOS

    A Versal Engenharia e Consultoria, realizou levantamentos topográficos, ambientais e geotécnicos e desenvolveu uma solução integrada (Figura 3 e 4) que envolveu as seguintes ações: a) projeto de um muro de gabião caixa com ancoramento no solo e na encosta promovendo a fixação da base, evitando assim a ruptura circular; b) fora projetada e executada a reforma do sistema de drenagem pluvial, com interligação deste com a base e via urbana por meio de escadas hidráulicas, calhas e tubulação; c) promoveu-se a remoção de árvores sujeitas a tombamento; d) fixação no talude por meio do sistema steel grid , este sistema promoveu atirantamento da encosta mantendo sua superfície de ruptura mais distante do neossolo e fixada à rocha de suporte; e) fora previsto um sistema de grades que mantem a proteção contra fragmentos rochosos, que por sua vez foram recobertos com cimento projetado, o que além de fixar os fragmentos na encosta possibilitou a impermeabilização da área, facilitando a drenagem superficial.

     

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    Figura 3 – Projeto implantado, processo erosivo controlado.

     

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    Figura 4 – Projeto implantado, processo erosivo controlado.

     

     

    ESTUDO DE ESTABILIDADE

    O estudo de estabilidade desenvolvido para este caso, seguiu estritamente as normas da ABNT, mais precisamente a NBR 11682:09 – Estabilidade de Encostas e NBR – 8044:93—Projeto Geotécnico, considerando as variáveis possíveis para alcançar o fator de segurança previsto. A análise geológica tratou de estudar a cinemática da movimentação dos corpos, definindo as atitudes dos planos de fraqueza em relação à atitude da encosta, o mergulho, a direção, levando ainda em consideração a coparticipação os parâmetros geotécnicos como o ângulo de atrito e as resistências coesivas ao longo dos planos.

    De um modo geral, os escorregamentos em maciços rochosos podem ser classificados em três tipos principais: escorregamentos planares, escorregamentos em cunha, tombamentos de blocos e escorregamentos rotacionais ou curvilineares. Os últimos, foram apontados no estudo, já que foram encontradas rochas muito alteradas.
    Como a presença de água subterrânea em taludes potencialmente instáveis, alojada nos planos de descontinuidades, ou nas fendas de blocos rochosos, pode afetar em muito a estabilidade do maciço rochoso, atenção especial foi dada para o sistema de drenagem, já que o existente já estava obsoleto. No manual de manutenção produzido para este estudo, foi deixado claro que a manutenção do sistema de drenagem deverá ser agressiva, ou seja, haverá de ter uma manutenção constante para aumentar a vida útil da obra e não desencadear processos erosivos que possa resultar em instabilidades.

     

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    Figura 5 – Carta Geológica de Brusque – Santa Catarina, com destaque para a área em estudo. Fonte: CPRM – Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais, 2014.

    As unidades geológicas encontradas foram a Q2a e a NPbrbmp, classificadas, respectivamente, como Depósitos Aluvionares e Unidade Metapsamítica . A área de estudo se encontra na interface dessas duas unidades, ou seja, a unidade Q2a está localizada à jusante, caracterizada por sedimentos areno-silte-argilosos e cascalhos que variam desde inconsolidados até localmente estratificados; e a unidade NPbrbmp está localizada à montante, caracterizada pela presença de muscovita quartzo xisto, granada mica quartzo xisto, granada biotita xisto quartzítico, granada muscovita quartzitos e ortoquartzitos.

     

    Figura 6 - Bloco de rocha micaxisto avermelhado.
    Figura 6 – Bloco de rocha micaxisto avermelhado.

     

    FATOR DE SEGURANÇA

    A análise de equilíbrio-limite considera que as forças que tendem a induzir a ruptura são exatamente balanceadas pelos esforços resistentes. A fim de comparar a estabilidade de taludes em condições diferentes de equilíbrio-limite, define-se o fator de segurança (FS) como a relação entre a resultante das forças solicitantes e resistentes ao escorregamento, dada pela equação abaixo. Assim a norma NBR—11682:09, expõe que:
    “Os fatores de segurança (FS) considerados nesta Norma têm a finalidade de cobrir as incertezas naturais das diversas etapas de projeto e construção. Dependendo dos riscos envolvidos, deve-se inicialmente enquadrar o projeto em uma das seguintes classificações de nível de segurança, definidas a partir da possibilidade de perdas de vidas humanas, conforme Tabela 1 e de danos materiais e ambientais, conforme Tabela 2.”
    A norma exige que se defina previamente o nível de segurança contra dano à vida e danos materiais (alto, médio baixo) e só assim adotar FS correspondente . Para o caso em referência se chegou a FS = 1,50.

    Figura 7 - Fatores de segurança mínimos para deslizamentos.
    Figura 7 – Fatores de segurança mínimos para deslizamentos.

     

    ESTABILIZAÇÃO DA ENCOSTA

    A técnica usada para a estabilização da encosta considerada foi o grampeamento do maciço, cumulado com a colocação de uma grelha em toda a área afetada e devidamente concretada. Esta técnica arma a massa instável e o transforma em um maciço único, deslocando a linha potencial de ruptura para além da superfície, fixando-se em região geotecnicamente rígida e estáveis, sem a necessidade de alterar a sua geometria atual.

    Figura 8 - FS antes das intervenções.
    Figura 8 – FS antes das intervenções.
    Figura 9 - FS depois das  intervenções.
    Figura 9 – FS depois das intervenções.

    Para facilitar a drenagem, na base do talude foi projetado um muro de gabião, que compartilha do sistema de drenagem da encosta. Checada sua estabilidade, alcançou um FS = 1,66.
    Também foi previsto o sistema SteelGrid, que consiste na associação de cabos de aço de 8.0 mm de diâmetro dispostos longitudinalmente a cada 30, 50, 100 ou 200 cm, a uma malha hexagonal de dupla torção do tipo 8×10. Esta solução foi desenvolvida como uma aplicação geotécnica para mitigação de blocos e estabilização de encostas.

    PROBABILIDADE DE UMA PERFORMACE INSATISFATÓRIA (Pr)

    Também chamada de Probabilidade de Ruína, superada a Análise Determinística (AD) para atender o FS da ABNT, parte-se para Análise Probabilística da estabilidade (AP) da encosta. Não é muito comum as empresas do ramo calcularem este tipo de risco, já que a temática não é muito desenvolvida no Brasil e as normas brasileiras não trazem esta indicação.
    Apesar disso, para preencher a lacuna deixada pela norma NBR 6122:2010 – Projeto e execução de fundações – onde em nota informa que a Engenharia de Fundações não poderá ser tratada como ciência exata, já que riscos inerentes (não atrelados a erros de projeto ou de execução) possam afetar as obras de engenharia, a Versal Engenharia entende ser compromisso e função de uma empresa responsável, levantar e mostrar qual o risco do empreendimento para o tomador dos serviços de engenharia. Este método possibilita que os proprietários avaliem a viabilidade de investir em uma obra geotécnica, bem como a decisão de aumentar a sua confiabilidade, que irá refletir diretamente no custo da obra.
    Como o atendimento ao FS estabelecido pela ABNT não garante ausência de ruína, justifica-se a inclusão deste estudo para assegurar a transparência das responsabilidades entre os envolvidos.

     

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    Figura 10 – Análise Probabilística. Curva Normal Reduzida.

     

    Por fim, observa-se que a Pr dependem do método determinístico e do método probabilístico empregados no estudo, do número de variáveis levadas em consideração, da precisão dos ensaios, entre outros fatores. Algumas fontes de incertezas são difíceis de serem quantificadas e, portanto, não são levadas em consideração. Além disso, há ainda, as variáveis cuja existência ignora-se e que também podem contribuir para o índice de confiabilidade global.
    O projeto envolveu uma equipe multidisciplinar, fazendo parte: engenheiros civis, agrimensores, florestais, ambientais e geólogos. A obra foi devidamente licenciada junto à FUNDEMA de Brusque e Defesa Civil.
    REFERÊNCIAS
    ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6122: Projeto e execução de fundações – Procedimento. Rio de Janeiro: ABNT, 2010. 91 p.
    ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 11682: Estabilidade de encostas. Rio de Janeiro: ABNT, 2009. 38 p.
    AZEVEDO, Izabel C. D.; MARQUES, Eduardo Antônio G. Introdução à Mecânica das Rochas. Viçosa: UFV, 2002, 361 p.
    BAECHER, Gregory. B.; CHRISTIAN John T. Reliability and Statistics in
    Geotechnical Engineering. New York: Wiley, 2003
    CAPUTO, Homero Pinto. Mecânica dos solos e suas aplicações: fundamentos. 6ª ed. Rio de Janeiro: LTC, 1988.
    CINTRA, José Carlos A.; AOKI, Nelson. Fundações por estacas: projeto geotécnico. São Paulo: Oficina de Textos, 2010.
    CPRM – SERVIÇO GEOLÓGICO DO BRASIL. Carta Geológica de Brusque. Brasília: CPRM, 2014.
    DAS, Braja M. Fundamentos de engenharia geotécnica. 6ª ed. São Paulo: Thomson, 2007. 561 p.
    DELL’AVANZI, E.; SAYÃO, A.S.F.J. Avaliação da probabilidade de ruptura de taludes. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE MECÂNICA DOS SOLOS E ENGENHARIA GEOTÉCNICA, 11., COBRAMSEG, Brasília, 1998. Anais…, Brasília, 1998, v. 2, p. 1289-1295.
    FIORI, Alberto Pio; CARMIGNANI, Luigi. Fundamentos de mecânica dos solos e das rochas: aplicações na estabilidade de taludes. 2ª ed. rev. e ampl. Curitiba: Ed. UFPR, 2009.
    FONSECA, Jairo Simon; MARTINS, Gilberto de Andrade. Curso de Estatística. 6ª ed. São Paulo: Atlas, 1996.
    GUIDICINI, Guido e NIEBLE, Carlos M. Estabilidade de taludes naturais e de escavação. São Paulo: Edgar Blücher, 1984.
    LAPPONI, Juan Carlos. Estatística Usando Excel. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.
    MACHADO, Sandro Lemos, MACHADO, Miriam de Fátima. Mecânica dos solos II:
    conceitos introdutórios. Salvador, 1997.
    MASSAD, Faiçal. Obras de terras: curso básico de geotecnia. 2 ed. São Paulo: Oficina de Textos, 2010.
    PINTO, Carlos de Sousa. Curso básico de mecânica dos solos em 16 aulas. 2ª ed. São Paulo: Oficina de Textos, 2002.
    REBELLO, Yopanan C. P. Fundações – Guia prático de projeto, execução e dimensionamento. São Paulo: Zigurate Editora, 2008. 240 p.
    SPIEGEL, Murray Ralph. Estatística. 2ª ed. São Paulo: MacGraw-Hill do Brasil, 1985.
    WHITMAN, R.V. Evaluating calculated risk in geotechnical engineering. The Seventeenth Terzaghi Lecture, Journal of Geotechnical Engineering, ASC, 1984.

  • Regularização Fundiária – Novo Marco Regulatório

    Regularização Fundiária – Novo Marco Regulatório

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    No dia 11 de julho do corrente ano, foi sancionada a lei de regularização fundiária, Lei Federal n° 13.465, advinda da Medida Provisória 759, de 22/12/2016. A nova lei flexibiliza as exigências e permite a regularização de núcleos informais consolidados e estabelecidos até o dia da publicação da MP 759, além de inibir que novas áreas irregulares que possam surgir daqui para frente.

    Desde 2008, Santa Catarina já conta com um programa de regularização fundiária chamado de Lar Legal, onde o Conselho de Magistratura, com o aval do Ministério Público, criou condições para resolver os problemas fundiários que hoje, em Santa Catarina, estimam-se em mais de 300 mil unidades com alguma irregularidade. Neste caso os processos receberiam, além da chancela da prefeitura municipal e dos órgãos ambientais, o crivo do judiciário para então ser enviado a Cartório de Registro de Imóveis da localidade.

    A nova lei inovou em vários aspectos. O primeiro, é que todo o processo correrá de forma administrativa (prefeitura e cartório de registro de imóveis), cada qual com o seu prazo legal fixado, não podendo passar de 10 meses para análise à abertura de matrícula. Segundo, poderá ser realizado em área rural, independentemente da expansão urbana criada por lei municipal, podendo possuir área inferior ao módulo fiscal mínimo da localidade. O terceiro é a criação de um novo direito real (Direito de Laje), inserido no rol do art. 1.225 do Código Civil. Ainda, traz dispositivos sobre a liquidação de créditos concedidos aos assentados da reforma agrária, procedimentos de alienação de imóveis da União, a legitimação fundiária e a legitimação por posse.

    A nova lei está sendo vista como um novo marco regulatório da regularização fundiária no país. Os municípios que saíram na frente poderão presenciar ainda na atual gestão um avanço significativo tanto arrecadatório, quanto na atualização cadastral, na valorização patrimonial, no avanço da infraestrutura, no incentivo ambiental no que tange ao esgotamento sanitário, por consequência, contribuindo para um crescimento considerável em seu IDH (Índice de Desenvolvimento Humano).

    Autor: Sidney Carvalho
    Sidney Carvalho é engenheiro civil pela UDESC, com mestrado em Infraestrutura e Gerência Viária pela UFSC. Atualmente é sócio e diretor técnico da empresa Versal Engenharia e Consultoria Ltda., sediada em Joinville SC.

  • Projetos Urbanísticos concepção, aprovação e execução.

    Projetos Urbanísticos concepção, aprovação e execução.

     

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           A concepção de projetos urbanísticos são recorrentemente desenvolvidos em vazios urbanos, como grandes terrenos, passiveis de receber a implantação de projetos privados como loteamentos, condomínios residenciais ou comerciais, ou projetos de interesse público como, obras de melhoria da mobilidade urbana e serviços a população, grandes empreendimentos, revitalização de áreas naturais (mesmo dentro de áreas urbanas) e a revitalização de ocupações precárias onde há uma degradação quanto à qualidade do espaço, associado a um baixo desenvolvimento humano, proveniente do grau de vulnerabilidade a que são expostas as populações que ali habitam.

           Os projetos urbanos atuais merecem levar em consideração à aplicação de múltiplos usos com a priorização de tecnologias favoráveis a sustentabilidade e melhoria da qualidade de vida. Em áreas de tráfego intenso as soluções concentram-se na integração de modais, compatibilizando transportes de massa como, por exemplo, as linhas Bus Rapid Transit – BRT,  Veículo Leve Sobre Trilhos – VLT e bicicletas, como na cidade de Copenhague capital da Dinamarca, onde atualmente mais de 37% das viagens são feitas por bicicleta (GEHL, Jan. Cidades para pessoas, 2014). As áreas dimensionadas com passeios espaçosos proporcionam conforto aos usuários, pois o uso do carro é consciente e a distribuição de áreas verdes são pontos prioritários na idealização dos projetos urbanos. As participações da população, nas etapas de elaboração de grandes projetos reforçam o sucesso na concepção do planejamento urbano.

           Os Arquitetos Urbanistas são os principais atores na concepção de um projeto urbano, além deste profissional equipe de desenvolvimento da Versal Engenharia e Consultoria conta com Engenheiros Ambientais responsáveis por auxiliar no planejamento regional e urbano ordenado com o meio ambiente ocupado; Engenheiros especializados em infraestrutura, estudos de tráfego viário e geotecnia, entre outros profissionais para desenvolvimento dos projetos executivos que compõem um projeto urbanístico.

           A etapa de aprovação dos projetos urbanísticos passa pelas avaliações, das secretarias municipais de planejamento urbano e pelos órgãos ambientais municipais, estaduais ou federais, estes em conjunto são responsáveis pela análise e permissão de instalação dos projetos. As equipes técnicas governamentais verificam se o projeto apresentado atende a legislação urbanística e ambiental vigente, também determinam se o projeto precisará passar por audiência pública e parecer do conselho da cidade.Com as etapas predecessoras de planejamento bem definidas e projeto executivo aprovado chega ao momento da execução. Projetos de alta qualidade estabelecem uma direção favorável a excelência nas obras, controlando recursos e promovendo benfeitorias que, transformam-se em áreas de alto valor agregado e verdadeiros desenhos em harmonia com a natureza.

  • A Prova Dinâmica Super Pesada – DPSH

    A Prova Dinâmica Super Pesada – DPSH

    INVESTIGAÇÃO GEOTÉCNICA COM O USO DA PROVA DINÂMICA CONTÍNUA

    A empresa VERSAL Engenharia e Consultoria Ltda., parabeniza o seu sócio e diretor técnico, Eng. Sidney Carvalho, pela conquista na aprovação de sua dissertação de mestrado, defendida em 24/02/17, nas dependências da Universidade Federal de Santa Catarina, cujo tema foi:  “A Prova Dinâmica Super Pesada – DPSH: Uma Proposta de Correlação com a Sondagem de Simples Reconhecimento SPT”.

    Pelo seu ineditismo, o trabalho mostrou que há uma forte aproximação com o tradicional ensaio geotécnico SPT (NBR-6484:2001), podendo ser usado em todos os tipos de obras para diminuir a variabilidade inerente causada pelo uso de apenas um tipo de investigação. Nas palavras do autor, não há competição entre esses dois ensaios e sim complementação, e por assim ser, é validado o seu uso híbrido, apensar de sua norma internacional (ISO 22476:2:2005) permitir trabalhar isoladamente. Complementa ainda que ambos os ensaios SPT e DPSH dividem o fato de possuírem o mesmo princípio dinâmico, alcançarem a mesma profundidade, além de compartilharem de mesma energia teórica, tendo o DPSH algumas vantagens que superam o SPT, quais sejam:

    • Está normalizado pela norma da ISO, portanto válido no Brasil. É irmão maior do conhecido DPL (Prova Dinâmica Leve), além de ser muito usual em países da Europa e Continente Africano;
    • Altura de queda do martelo de 75cm é garantida pelo disparo automático do martelo de 63,5Kg, independentemente da ação do operador, uma vez que a máquina utilizada neste experimento possuía dispositivos hidráulicos que permitia trabalhar numa frequência de 30 golpes/minuto;
    • Possui alta produtividade em campo (em média 45 metros/dia), ou seja, cerca de três vezes mais do que a produtividade usual do SPT;
    • O levantamento dos índices de resistência do solo é feito a cada 20cm de todo o seguimento investigado, ou seja, testa todo o metro de forma contínua, não havendo alívio de tensões por desagregação do solo ou retirada de amostras;
    • Redução do número de operadores envolvidos, portanto, menor custo para a empresa com a mão de obra e menor preço dos serviços a ser repassado ao cliente;
    • Propõe-se a diminuir a quantidade de ensaios SPT programado, portanto, menores custos com a investigação;
    • Pode ser usado como sondagem preliminar e assim servir como elemento decisório em estudo de viabilidade técnico-econômico para aquisição de terreno ou gleba, além de poder estimar o custo com as fundações;
    • A norma NBR – 11.682:2009 – Estabilidade de Encosta (item 6.5.2.1), já prevê o uso de penetrômetros como um dos ensaios diretos de investigação para levantamento de parâmetros geotécnico;
    • Pela equação do modelo proposto é possível concluir que a variação do NSPT é causada pela variação do NDPSH e para facilitar o uso, foi apresentado um ábaco permitindo predizer o índice SPT equivalente (NSPT(eq)) quando obtido do NDPSH.
    • Pela forte correlação encontrada com o ensaio SPT, pode ser aplicado como parâmetro geotécnico para estudo de capacidade de carga e dimensionamento de fundações rasas ou profundas;
    • Busca diminuir a variabilidade contida em um único tipo de ensaio, portanto, o seu uso conjugado com o SPT é mais aconselhável, passando de uma investigação quantitativa para qualitativa.

    O trabalho será divulgado na íntegra nos principais periódicos do Brasil e em breve o seu resumo poderá ser baixado no site da Versal Engenharia.

    Além disso, o Eng. Sidney já possui formatada uma apresentação sobre o tema e que poderá ser proferida em congressos, faculdades, entidades de classes e outras associações de engenharia que possam vir se interessar pelo tema.

  • Georreferenciamento e prazos para regularização fundiária: Não tenha surpresas em 2017!

    Georreferenciamento e prazos para regularização fundiária: Não tenha surpresas em 2017!

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    O assunto da regularização fundiária rural teve grande repercussão em 2016 devido as novas medidas de ordenamento do solo e prorrogação dos prazos para o cadastramento do imóvel rural.

    A implantação do Cadastro Ambiental Rural – CAR para todos os imóveis rurais e obrigatoriedade de georreferenciamento certificado para imóveis com mais de 100 hectares já acontece este ano. A contratação do serviço necessita de atenção, este que deve sempre ser feito por empresa especializada credenciada junto ao Incra.

    Caso os prazos não forem cumpridos, as penalidades variam desde a proibição da venda, desmembramento e alienação fiduciária, além de multa e juros de mora.

    A Versal Engenharia e Consultoria é uma empresa credenciada junto ao Incra, com equipe técnica multidisciplinar que terá satisfação em atendê-los.

    Agende uma visita em seu imóvel conosco, atendemos todo a região Sul!

    Para maiores informações nos contate:

    Joinville: 47 3028-9929

    Itajaí: 47 3045-6633

  • Topografia Georreferenciada

    Topografia Georreferenciada

    Você sabia?

    A topografia e a agrimensura são ciências atreladas indispensáveis em projetos de engenharia, sendo o georreferenciamento um requisito para os atuais serviços nestas áreas.

    Para melhor atendê-los, a Versal Engenharia e Consultoria por meio de sua Divisão de Topografia disponibiliza topografia urbana e rural georreferenciada, garantindo a demarcação exata do imóvel e o fornecimento de plantas de engenharia.

    A partir deste, pode-se desenvolver projetos topográficos como retificação, unificação, desmembramento, avaliação de títulos imobiliários, assim como desdobrar em projetos de infraestrutura como terraplenagem/drenagem, loteamentos, estudos ambientais, rodovias, estudo de encostas entre outros.

    Para maiores informações nos contate:

    Joinville: 47 3028-9929

    Itajaí: 47 3045-6633

  • Versal Engenharia e Consultoria no COMBRAMSEG 2016

    Versal Engenharia e Consultoria no COMBRAMSEG 2016

    O nosso diretor técnico, Eng.° Sidney Carvalho, participou da 18ª edição do COBRAMSEG – Congresso Brasileiro de Mecânica dos Solos e Engenharia Geotécnica, em Belo Horizonte/MG, nos dias 19 a 22 de outubro.

    O congresso ocorre a cada dois anos e costuma reunir os maiores especialistas e pesquisadores do país da área da mecânica dos solos e das rochas.

    Com o tema  “O Futuro sustentável do Brasil passa por Minas” o evento buscou remeter à condição primordial de coexistência entre a exploração consciente de nossos maiores recursos naturais e a responsabilidade de desenvolvermos projetos que proporcionem uma melhor qualidade de vida para as próximas gerações que receberão este legado.

    Esta edição, uma preocupação maior é dada a área ambiental, tanto que equipamentos, produtos e metodologias estão cada vez mais acessíveis para prever e solucionar problemas voltados aos solos e água, bem como sua interação com o ambiente construído.

    Ainda no primeiro dia, foi ministrado minicursos específicos. Por ser especialista na área de solos, nosso diretor participou de um minicurso voltados às investigações do solo onde foram detalhadas as sondagens especiais, tais como os ensaios CPT, CPTu, DMT e SDMT, assim como as interpretações resultantes dos boletins gerados por cada ensaio.

    Segundo o diretor, o engenheiro especialista sempre deve estar atento às novas metodologias e tecnologias de sua área de atuação. Deve se preocupar em buscar a excelência em suas atividades, mesmo que localmente, solicitações específicas não sejam tão comuns. Ocorre que o engenheiro deve pensar à frente de seu tempo e estar sempre preparado a atender solicitações não comuns em seu dia-a-dia. Além disso, deve estar preparado para atuar em grandes projetos e obras, fora de sua cidade e país.

    Finalmente considerou que o congresso foi de suma importância para suas atividades na Versal Engenharia e agora sua preocupação será repassar esses conhecimentos aos colaboradores direto de sua área na empresa. Sustentou dizendo que “ o engenheiro geotécnico, para se manter no mercado e ser reconhecido como tal,  é preciso se preocupar com as investigações do solo onde ficarão apoiadas as estruturas de fundação.

    Projetar e dimensionar os elementos estruturais mediante relatórios de sondagem convictos, controlar e exigir a qualidade dos materiais e mão-de-obra e implantar um sistema de monitoramento durante e depois das obras, passa ser as diretrizes primordiais na geotecnia. A partir dessas ações, o engenheiro poderá facilmente projetar e  antever problemas com reduzido investimento.

    Esse é o propósito da engenharia, projetar economicamente as edificações, buscando a economia e segurança ao longo de sua vida útil”.

  • Regularização de Acesso às Rodovias

    Regularização de Acesso às Rodovias

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    Para uma empresa estabelecer acesso as rodovias federais e estaduais, assim como em suas respectivas marginais, deverá apresentar um projeto de acesso viário ao órgão ou empresa que realiza a gestão da rodovia.

    Tal projeto deverá seguir legislação vigente, sendo elaborado de acordo com manuais do DNIT e Normas ABNT.

    A Versal Engenharia e Consultoria é especializada em projetos executivos de infraestrutura viária, com experiência comprovada pelo DEINFRA e Autopista Litoral Sul. Além de projetar e promover consultoria para aprovação, realizamos supervisão de obras.

    Deste modo, aliamos rapidez, procedência e redução de custos, garantindo o acesso permanente, a segurança viária e a valorização do imóvel para o cliente colaborando para o sucesso de seu empreendimento!

  • PRORROGAÇÃO DO CADASTRO AMBIENTAL RURAL (CAR)

    PRORROGAÇÃO DO CADASTRO AMBIENTAL RURAL (CAR)

    O senado aprovou no dia 17 de maio de 2016 uma medida provisória que prorroga para 31 de dezembro de 2017 o prazo para que pequenos produtores rurais e agricultores familiares façam o Cadastro Ambiental Rural (CAR) de seus imóveis. A prorrogação assegura que os proprietários e posseiros de pequenas propriedades que ainda não fizeram o cadastro não sejam prejudicados no acesso aos benefícios previstos no Código Florestal.

    Os proprietários que não cumprirem o prazo vão perder o direito aos benefícios do Programa de Regularização Ambiental (PRA) e também ficarão sujeitos a restrições de crédito agrícola a partir de 2017.

    A Versal Engenharia possui profissionais qualificados para realizar a inscrição dos imóveis rurais no CAR. Estaremos à disposição para maiores dúvidas e esclarecimentos.

     

    CAR
    Fonte: http://www.ariranhaonline.com/

  • 1ª EDIÇÃO DO INFORMATIVO TÉCNICO DA VERSAL

    1ª EDIÇÃO DO INFORMATIVO TÉCNICO DA VERSAL

    É com orgulho que a VERSAL Engenharia e Consultoria Ltda. lança a 1ª edição (Edição 00) de seu informativo técnico, primeiramente no formato digital e com matérias resumidas da área de engenharia de infraestrutura.

    Tenha acesso por meio do link:
    http://issuu.com/versal.engenharia/docs/revista_digital_versal_engenharia

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    Boa leitura!

  • MODERNIZAÇÃO NO SISTEMA VIÁRIO NO NORTE DA CAPITAL CATARINENSE

    MODERNIZAÇÃO NO SISTEMA VIÁRIO NO NORTE DA CAPITAL CATARINENSE

    Já estão em execução às obras de construção da via marginal a Rodovia SC 401 na área perimetral do Sapiens Parque em Cachoeira do Bom Jesus – Florianópolis. A Versal e Consultoria Ltda. aprovou junto ao DEINFRA/SC projeto executivo que conta com passagem subterrânea de fauna (mitigando acidentes) e garante três acessos diretos ao Parque Tecnológico, sendo dois destes diretamente a área da Arena Sapiens – Complexo de Cultura, Eventos, Lazer e Esportes. Com quase um quilômetro a mais de rodovia marginal duplicado, que conjuntamente com novo viaduto que liga o final da SC 401 a Av. Luiz Boiteux Piazza (acesso principal de Canasvieiras e ligação as Praias do Norte da Ilha), modernizam o tráfego rodoviário na Capital.  Também estão fase de aprovação junto Instituto de Planejamento Urbano de Florianópolis projetos executivos de modernização da Av. Luiz Boiteux Piazza.

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    Fig. 1 – Imagem do início das obras de terraplenagem.
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  • PROJETO MELHORA O TRÁFEGO NA ENTRADA DA BR 101 AO PORTO DE ITAJAÍ

    PROJETO MELHORA O TRÁFEGO NA ENTRADA DA BR 101 AO PORTO DE ITAJAÍ

    Projeto executivo elaborado pela empresa Versal Engenharia e Consultoria cria alças na interseção do Km 117 – BR 101, isso otimiza o pesado tráfego no acesso ao Porto de Itajaí, SC 412 e a Rodovia Federal. As novas alças facilitam os retornos nos sentidos Norte – Joinville e Sul – Florianópolis sem cruzar os acessos Leste e Oeste de Itajaí e Blumenau SC.

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    Fig. 1 – Obras em execução BR 101 – Itajaí SC (04/2016)
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    Fig. 2 – Preview do Projeto
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  • CADASTRO AMBIENTAL RURAL (CAR) TEM SEU PRAZO FINAL EM 05/05/2016.

    CADASTRO AMBIENTAL RURAL (CAR) TEM SEU PRAZO FINAL EM 05/05/2016.

    Criado pela Lei 12.651/12 (Novo Código Florestal), o Cadastro Ambiental Rural (CAR) é um registro eletrônico, obrigatório para todos os imóveis rurais, formando base de dados estratégicos para o controle, monitoramento e combate ao desmatamento das florestas e demais formas de vegetação nativa do Brasil, bem como para planejamento ambiental e econômico dos imóveis rurais.

    Na inscrição do imóvel no CAR será exigido do proprietário: (1) a sua identificação; (2) a comprovação da propriedade ou da posse e (3) a identificação do imóvel por meio de planta e memorial descritivo contendo a indicação das coordenadas geográficas, e informar, se houver, a localização de áreas protegidas (remanescentes de vegetação nativa, Áreas de Preservação Permanente, Áreas de Uso Restrito, áreas consolidadas e Reserva Legal).

    O prazo para inscrição dos imóveis rurais no CAR é até dia 05/05/2016. Conforme boletim informativo do Serviço Florestal Brasileiro (SFB), referente a Fevereiro de 2016, o estado de Santa Catarina possui um percentual de área cadastrada de 69,71% (4.226.162 ha).

    A Versal Engenharia possui profissionais qualificados para inscrição dos imóveis rurais no CAR.

    Estaremos à disposição para maiores dúvidas e esclarecimentos.

     

  • DIMENSIONAMENTO DO NÚMERO MÍNIMO DE FUROS DE SONDAGENS

    DIMENSIONAMENTO DO NÚMERO MÍNIMO DE FUROS DE SONDAGENS

    A Versal Engenharia está disponibilizando o material abaixo no intuito de colaborar com os engenheiros projetistas, assim como os seus clientes reproduzindo, de forma resumida, os critérios normativos acerca do dimensionamento do número mínimo de furos de sondagens nas campanhas de investigação do solo, tanto para a construção civil e obras de arte, quanto para projetos de infraestruturas (estradas, rodovias e autopistas):

    Clique Aqui: Dimensionamento do número mínimo de furos de sondagens nas campanhas de investigação do solo

    Tal iniciativa se justifica devido aos inúmeros pedidos que a empresa vem recebendo de clientes que buscam essas informações específicas.

    Estaremos à disposição para eventuais dúvidas e esclarecimentos.

     

     

  • REVISÃO DO VALOR DO IPTU/2016

    REVISÃO DO VALOR DO IPTU/2016

    Já a partir do início de dezembro de 2015, a Prefeitura Municipal de Joinville começa enviar aos imóveis cadastrados em seu sistema, os carnês de IPTU/2016 – Imposto Predial e Territorial – tendo sido tal imposto reajustado em 9,93%, correspondendo à inflação dos últimos 12 meses medido pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – IPCA/IBGE.

    Este ano a Prefeitura Municipal adotou duas faixas de descontos para pagamento em parcela única. A primeira faixa vence no dia 06/01/2016, com desconto de 10%,  a segunda faixa permite pagar com desconto de 8% até o dia 11/02/2016.

    Na contracapa do carnê, em destaque, é informado que os pedidos de revisão devem ser protocolados (pessoalmente ou na internet) até o dia 05 de fevereiro de 2016, juntando para isso o requerimento com laudo de avaliação fundamentado.

    A Lei Complementar Municipal sob n° 389, de 27/09/2013, dispõe sobre a metodologia para o cálculo do valor do IPTU no Município de Joinville, implementando alíquotas diferenciadas. A base de sustentação e informação acerca dos terrenos advém da Planta Genérica de Valores (Lei Complementar n° 197, de 21/12/2005), elaborada por comissão de profissionais ligados ao mercado imobiliário. Ainda do Cadastro Técnico Multifinalitário se extraem as informações das edificações e benfeitorias erigidas sobre o terreno. Tudo isso permite calcular os impostos como ITBI – Impostos de Transmissão de Bens Imóveis – e IPTU.

    Vez por outra, a planta de valores e o cadastro técnico municipal, por serem “genéricos” não conseguem absorver e acompanhar todas as informações dinâmicas que o imóvel sofre no tempo, provocando disparidades entre as informações contidas nessas fontes, provocando desequilíbrios nas alíquotas e nos fatores utilizados, podendo tanto elevar quanto reduzir o valor dos referidos impostos.

    Inúmeros motivos levam à desatualização do cadastro técnico municipal, tais como desmembramentos, unificações, alterações da área edificada, vocação do imóvel, terreno baldio ou não, cobrança em duplicidade da COSIP, presença ou ausência de calçada e meio-fio, aspectos da topografia, pedologia (ocorrência de alagamentos) etc, além de erros no lançamento das informações no cadastro.

    VERSAL Engenharia e Consultoria Ltda., possui amplo expertise em Avaliações de Imóveis Urbanos e Rurais e vem frequentemente atuando nas revisões dos impostos como IPTU e ITBI na esfera administrativa e judicial. Além disso, executa demais atividades relacionadas à obtenção do valor comercial da propriedade. Possui um corpo técnico formado por engenheiros e arquitetos legalmente habilitados nas respectivas áreas do saber e com familiaridade no manuseio das normas técnicas da ABNT.

    Ainda, através de seu amplo banco de dados, Softwares e tecnologia de pesquisa imobiliária a Engenharia de Avaliações tratada pela VERSAL busca subsidiar tomadas de decisões em inúmeras operações. Baixando o folder abaixo, é possível conhecer inúmeros trabalhos que a empresa desenvolve nesta área.

    BAIXE AQUI: Folder de Avaliação de Imóveis e Perícias de Engenharia

    Revisões e atualizações nos impostos prediais, territoriais, de transmissão e laudêmios;

    Balanços patrimoniais;

    Separações ou cisões de empresa;

    Desapropriações e servidões administrativas;

    Transações de compra, venda, permuta e locação;

    Decisões judiciais.

    Portanto, havendo dúvidas ou elementos que levem ao desequilíbrio de informações e que possam estar causando distorções nos valores dos impostos ou mesmo à busca do valor comercial do bem imóvel para outras finalidades, a VERSAL Engenharia e Consultoria Ltda., poderá ser consultada.

     

  • Regularização Fundiária

    Regularização Fundiária

    A Versal Engenharia e Consultoria Ltda., é uma empresa genuinamente joinvilense, consolidada e reconhecida no mercado regional e nacional, possuindo, dentre outras atividades, a topografia que busca auxiliar questões voltadas ao direito da terra e sua regularização, respeitando para isso, as legislações e normas brasileiras.

    Através da sua Divisão de Topografia (DTP), a Versal Engenharia se preparou para desenvolver seus projetos e vir atender o programa federal, estadual e municipal de Regularização Fundiária.

    brasil.gov.br

    Fonte: www.brasil.gov.br

    Os serviços prestados pela Versal Engenharia têm como justificativa a participação nas práticas de campo para atender as especificações contidas nos processos de retificação de área, usucapião e o Programa Lar Legal. Desta forma, permitirá a regularização de terras (lotes de glebas) localizadas em áreas urbanas e rurais e que se encontram em situação irregular, buscando permitir que os interessados possam pleitear a regularização de suas terras, junto aos órgãos públicos e/ou em trâmites judiciais.

    www.jaruonline.com.br

    Fonte: www.jaruonline.com.br

    Finalmente, a Versal Engenharia está preparada para atender os interesses coletivos ou individuais dos que pretendem ter suas terras regularizadas por meio das leis vigentes.

    Alcançar a confiabilidade e segurança em seus trabalhos, reforça o destaque da Versal Engenharia como uma empresa de referência neste segmento.